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Como diz meu amigo Augusto Cury. " Sou uma pessoa Insubstituível." Sou uma eterna aprendiz da escola da vida. A vida é mais importante do que todo o dinheiro do mundo e mais valiosa do que todos os aplausos das multidões. Sou uma pessoa de fé, sonhadora, perseverante, corajosa,íntegra, determinada, as vezes crítica detesto o conformismo. Sonho muito, e traço metas estabeleço prioridades corro risco para executá-los. Melhor é errar por tentar do que errar por se omitir. Pra mim ser enfermeira É sempre ter a responsabilidade de cuidar de uma vida independente da circunstância em que a mesma se encontra. É amar ao próximo muitas vezes até mais do que a si mesmo. Escolhi esta profissão para estar presente na dor e no sofrimento do paciente, para poder consolá-lo sempre que necessário. Escolhi ajudar o próximo porque sei que todos nós um dia precisamos de ajuda. Portanto, escolhi ser enfermeira e me dedicar à saúde porque respeito a vida. "Obrigado Jesus pelo Milagre da Vida".

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Criança desenvolve paralisia depois de tomar vacina


O menino começou a apresentar paralisia após a terceira dose da Sabin. O caso só foi comunicado ao Ministério da Saúde quatro meses depois.



Criança de um ano e quatro meses de idade nascida em Pouso Alegre, no Sul de Minas Gerais, pode ter desenvolvido paralisia nas pernas após tomar a vacina de gotas contra a poliomielite. O caso foi no fim de outubro do ano passado, porém só chegou ao conhecimento do Ministério da Saúde em agosto. 

Segundo a mãe da criança, a dona de casa Sidnéia Branco Teixeira, de 38 anos, o menino começou a apresentar paralisia após tomar a terceira dose da vacina Sabin, por via oral, aos seis meses de vida. Ela diz que a criança teve febre na primeira semana após a imunização e, 15 dias depois, começou a perder o movimento das pernas.

Durante consulta em março deste ano, o neuropediatra Walter Luis Magalhães constatou que o garoto tinha perdido a força e os reflexos nos membros inferiores. O diagnóstico foi de paralisia flácida aguda, condição que pode ser provocada por uma série de doenças e, em casos raros, pela vacina da pólio, segundo o médico.

Apesar de diagnósticos desse tipo de paralisia serem de notificação compulsória e imediata ao Ministério da Saúde, o caso só chegou a Brasília quatro meses depois.

A pasta diz que a falha foi da Prefeitura de Pouso Alegre. Mas, o município afirma ter informado o caso à Gerência Regional de Saúde (GRS) local, ligada ao Estado. A portaria que estabelece a obrigatoriedade de notificação declara que tanto a GRS quanto a Prefeitura são responsáveis por avisar o ministério.

O Ministério afirmou que o período transcorrido desde que o menino foi imunizado é longo demais para que exames laboratoriais confirmem se foi a vacina que causou a paralisia. (da Folhapress)
ENTENDA A NOTÍCIA
O menino de um ano e quatro meses é o terceiro filho de Sidnéia Branco Teixeira. A dona de casa afirma que a criança está melhorando em função do tratamento médico recebido.



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